Filipe Calado
“Então, desde moleque eu queria fazer design. Tenho um primo arquiteto e designer, minha irmã era designer e, com 13 anos, fiz o primeiro curso.” E o curso era de programa, mas o pequeno Filipinho, ávido pelo saber, foi atrás de teorias por conta própria. É muita aplicação!
“Sempre tive contato com arte e sabia das várias possibilidades que existem na área. Então, escolher uma faculdade não foi uma dificuldade.” Daí ele ficou lá estudando, fazendo uns freelas e, depois, acabou entrando na agência em que a irmã trabalhava, na vaga da própria (mas sem trairagem). De lá foi pra outra e, nessas voltas da vida, acabou chegando à LEN, depois de mandar o portfólio. E lá se vão quase dois anos…
Além de design, o Filipe gosta (e muito) de música e de se manter informado. “Eu sou meio viciado em saber das coisas. Eu leio qualquer coisa.” E ele também gosta de São Paulo, “da facilidade de ter qualquer coisa que se imaginar. Mas, se precisasse, eu poderia morar em outro lugar. Eu sou bastante adaptável.”
Referências: “Não sou devoto de ninguém e não busco referências em design pra fazer design. Vejo todos os sites que todo mundo vê, mas procuro outras coisas pra me inspirar, as pessoas, as atitudes cotidianas.”
Música: Dave Matthews Band (“sem gênero”) e música de quem toca bem.
Filme: Filhos do Paraíso, Amores Brutos, Babel, alguns do Woody Allen, Spike Lee, Tim Burton.
Livro: “Atualmente, os pequenos profetas das escrituras hebraicas – Amós, Obadias, Habacuque, Naum, Jonas…”
Desgosto: Burocracia










